A Área Assistencial também se preocupa com seus colaboradores uma vez que entende para um time ser forte e vitorioso precisa de incentivo e atividades que proporcionem uma melhor qualidade de vida no trabalho. A nossa equipe também "cuida de quem cuida".
As atividades hoje desenvolvidas, visando o bem estar de nossos colaboradores, comunicação adequada, entrosamento entre os membros da equipe de enfermagem, bem como o desenvolvimento técnico-científico são:
Educação continuada: treinamento permanente das diversas equipes nos aspetos técnicos, coordenado pelo Serviço de Psicologia que proporciona durante esses eventos, dinâmicas de grupo com fim de entrosar os colaboradores.
A nossa responsabilidade vai ainda além. Desenvolvimento atividades sociais que objetivam aproximar o Hospital da Comunidade local e inseri-lo no contexto social.
• Curso de primeiros Socorros;
A Área Assistencial se preocupa com você e acredita que as mínimas coisas podem tomar a sua estadia conosco mais feliz. É prioridade nossa humanizar e qualificar cada vez mais o nosso atendimento e obrigação oferecer tudo que estiver ao nosso cliente, tudo que estiver ao nosso alcance.
"Se você andar pelos corredores do Hospital e, de repente, avistar vários anjos, isso não é ilusão. É só o resultado do nosso empenho em transformar a sua estadia aqui em momentos agradáveis".
A partir de 1988, tornou-se obrigatório no Brasil, a constituição de uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar. Essa obrigatoriedade nem sempre resulta num grupo de controle de infecção efetivo e qualificado. Antes mesmo da obrigatoriedade, a Performance Place já tinha preocupação com controle de infecção hospitalar, tanto na qualificação dos profissionais, quanto no segmento de protocolos comprovadamente seguros e utilizados em outros locais do mundo. Desse modo, foi implantado um sistema de vigilância epidemiológica de infecção que é um dos pioneiros no Brasil, baseado no programa norte-americano de controle de infecção denominado NNISS (National Nosocomial Infections Surveillance System).
O sistema NNISS funciona da seguinte forma: o grupo de controle passa todos os dias nos setores procurando infecções hospitalares por todas as pistas: febre, alguma evidência de uso de antimicrobiano, entre outros. Como os critérios de diagnóstico são aceitos mundialmente, é possível efetuar a comparação de taxas. Outro fator que facilita a comparação, é a não mistura dos grupos de doenças diferentes.
No controle da infecção, um outro capítulo importante é o de treinamento, qualificação dos profissionais da área de saúde. A CCIH (Comissão de Controle da Infecção Hospitalar), formada por médico e enfermeira infectologista, direção do hospital, um representante da farmácia, um representante da Terapia Intensiva, do berçário, e um representante do laboratório de microbiologia, tem um programa de treinamento contínuo dos profissionais que atuam no hospital.
A CCIH funciona, ainda, como um fórum que leva as informações sobre todas as taxas para os setores e as discute, verificando onde aconteceu o erro, sua correção. A CCIH realiza o controle dos materiais que entram no hospital, incluindo os medicamentos, analisando a qualidade dos mesmos. Algo muito importante é a padronização dos antimicrobianos usados no hospital e o seu revezamento, visando evitar que as bactérias que circulam tornem-se imensamente resistentes. Há um programa para controle de resistência que implica o uso racional de antimicrobianos e outro de profilaxia cirúrgica, no qual é discutido com os cirurgiões qual o melhor medicamento, o melhor intervalo para ministrá-los.
CCIH: acompanha os curativos de pacientes cirurgiados, e também pacientes que apresentam resistência aos antibióticos, interagindo entre toda a equipe multi-disciplinar.
Além de suas atividades características no restabelecimento das necessidades humanas (biopsicosócio e espiritual) de seus clientes, destaca-se pela implantação das seguintes atividades:
Sistematização da Assistência de Enfermagem
A sistematização é composta pelas seguintes fases:
• Histórico da Enfermagem - Consiste na coleta sistematizada de dados onde ocorre a entrevista e o exame físico do cliente.
• Diagnósticos de enfermagem - Diante dos dados coletados, é realizada uma análise onde o enfermeiro irá diagnosticar alterações nas necessidades humanas básicas.
• Prescrição de enfermagem - Após detectadas as necessidades afetadas, o enfermeiro realiza o planejamento e prescrição das ações que serão executadas.
• Evolução de Enfermagem - É o acompanhamento e registro diário do estado clínico, nesta etapa é realizada a avaliação dos cuidados prestados, contribuindo com orientações ao cliente que favoreçam sua recuperação e estimulem o auto cuidado.
A equipe participa de um programa intensivo de Humanização, envolvendo-se com o cliente desde a sua internação até a alta, proporcionando um atendimento diferenciado e transmitindo aos clientes tranqüilidade, carinho, segurança, visando garantir o melhor processo de recuperação e auto cuidado.
• Apoio psicológico aos clientes e familiares;
• Acompanhamento de pais na recuperação anestésica de pacientes menores;
• Preparo psicológico no pré - operatório;
• Manual de orientação ao cliente - pré e pós operatório manual explicativo dos cuidados a serem tomados no pré-operatório e os cuidados pós-cirúrgicos;
• Central de marcação de cirurgia:















